Metrô de São Paulo deixa de aceitar bilhete magnético a partir de domingo
29 Oct, 2026
Resumo O Metrô de São Paulo vai parar de aceitar o bilhete magnético Edmonson nas catracas das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata a partir deste domingo. O que aconteceu Uso do bilhete tradicional fica liberado só até sábado. A partir do dia seguinte, o Edmonson deixa de funcionar nas catracas dessas linhas, encerrando uma etapa que começou com a operação comercial do Metrô, em 1974. Metrô vai oferecer troca por bilhetes unitários com QR Code entre 1º de novembro e 31 de janeiro de 2027. Atendimento será feito nos guichês das estações Paraíso e Tatuapé, diariamente, das 6h às 22h, segundo a Agência SP. Troca imediata vale para quem levar até dez bilhetes unitários do tipo G-01. Para ser aceito, o Edmonson precisa estar válido, em bom estado e sem sinais de uso, como picotes, rasgos ou barras danificadas. Quem tiver mais de dez bilhetes terá de deixar o material para análise e validação. Nesses casos, o passageiro deve apresentar documento oficial e informar telefone ou email para contato, e depois será avisado sobre a data de retirada dos QR Codes. Outras formas de pagar a passagem Com o fim do Edmonson, o Metrô reforça que há outras opções para entrar no sistema. Entre elas estão o Bilhete Único, o cartão TOP e o bilhete unitário com QR Code, em versão impressa ou digital. QR Codes podem ser comprados na bilheteria, nas máquinas de autoatendimento e pelo aplicativo TOP. Outra alternativa é a compra pelo WhatsApp, no número (11) 3777-9456, conforme informou a Agência SP. Máquinas de autoatendimento aceitam Pix e cartão de débito, e as catracas também permitem pagamento por aproximação. O recurso funciona com cartões físicos ou virtuais de crédito e débito das bandeiras Visa, Mastercard e Elo, além de celulares e relógios compatíveis com carteiras digitais. Por que o bilhete está sendo aposentado Retirada do Edmonson faz parte da modernização dos meios de acesso ao transporte. O bilhete de papel padronizado, criado no século 19 pelo inglês Thomas Edmondson, foi adotado pelo Metrô desde 1974 e depois ganhou a faixa magnética. Modelo virou item comum na rotina dos paulistanos e também de colecionadores. Ao longo da história, foram produzidos mais de 13,7 bilhões de bilhetes, em cerca de 30 edições diferentes, segundo a Agência SP. Produção do bilhete passou por diferentes fornecedores ao longo das décadas. Os primeiros cartões e leitores vieram da França e, depois, a fabricação foi nacionalizada e passou pela Casa da Moeda e por fornecedores na Argentina. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.