Alto funcionário dos EUA descarta riscos de possível transmissão ao vivo de execução
11 Oct, 2026
Um funcionário do alto escalão do governo de Donald Trump afirmou neste domingo (11) que a transmissão ao vivo, que está prevista, da execução do autor de um massacre de militares americanos não representaria um risco adicional à segurança do país. "Não vejo nenhum risco maior neste momento por causa desse assunto", declarou o secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, Markwayne Mullin, à emissora CBS News, ao ser questionado sobre a possibilidade de a medida transformar o condenado em um mártir para sua causa. "Acho que as pessoas precisam entender que, se atacarem os Estados Unidos, nós iremos atrás delas e garantiremos que a punição seja proporcional ao crime", acrescentou. Nidal Hasan, de 56 anos e psiquiatra do Exército dos Estados Unidos, matou a tiros 13 pessoas e feriu mais de 30 em um ataque inspirado pela organização jihadista Al-Qaeda na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009. Caso o plano seja confirmado, Hasan será a primeira pessoa executada por um pelotão de fuzilamento militar nos Estados Unidos desde 1945. A proposta de transmitir publicamente a execução, prevista para 3 de dezembro, foi apresentada na quinta-feira pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e pelo Pentágono, provocando críticas dentro e fora dos Estados Unidos. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.