Presidente da Fifa não deve enfrentar sanções do COI por caso Balogun, diz jornal

admin
18 Jul, 2026
Presidente da Fifa não deve enfrentar sanções do COI por caso Balogun, diz jornal Dirigente foi acusado de quebrar a neutralidade da entidade durante a Copa do Mundo após interferência envolvendo o atacante norte-americano O presidente da Fifa, Gianni Infantino, não deve receber sanções do Comitê Olímpico Internacional (COI), informou o site britânico The Guardian neste sábado, 18. O suíço foi acusado de quebrar a neutralidade da entidade durante a Copa do Mundo no episódio envolvendo a expulsão do norte-americano Folarin Balogun. A denúncia foi feita pela organização FairSquare, que atua focada na responsabilidade do esporte e repressão política. Na ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou ter telefonado para Infantino pedindo a revisão do cartão vermelho recebido pelo atacante na partida contra a Bósnia. Gianni Infantino é membro do COI desde 2020 e, segundo o portal britânico, há resistência dentro da entidade para intervir na aplicação de regras de uma federação internacional, no caso a Fifa, principalmente quando os processos internos de apelação não foram esgotados na Justiça. Além disso, segundo uma fonte ouvida pelo site, atualmente o COI depende da Fifa para obter receita comercial e relevância no público mais jovem. Outro ponto que afeta qualquer tipo de interferência ou punição a Infantino é a realização dos Jogos Olímpicos de 2028, que serão realizados em Los Angeles. Até o momento, o COI não recebeu reclamações formais da Uefa ou da Real Associação Belga de Futebol. Ambas as entidades se manifestaram publicamente contra a decisão de "reverter" a punição do atacante. Por outro lado, a vitória dos europeus diante dos Estados Unidos também diminuiu o atrito com a Fifa. Folarin Balogun foi expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus pela fase de 32 avós da Copa do Mundo, contra a Bósnia, após revisão no VAR. No entanto, a Fifa acionou o Artigo 27 do Código Disciplinar e converteu o cartão vermelho em um período probatório de um ano, liberando o atacante para encarar os belgas nas oitavas.