O que Ancelotti acha que o Brasil ainda precisa melhorar para o mata-mata
25 Jun, 2026
Resumo Carlo Ancelotti está bastante satisfeito com a evolução da seleção brasileira durante a Copa do Mundo. "Importante que melhoramos muito e rápido", disse em sua entrevista coletiva depois da vitória sobre a Escócia. Mas ele não pensa que a atuação contra os escoceses e o primeiro lugar do grupo seja o ponto final do crescimento necessário para fazer boa campanha na Copa. A primeira providência e anotação do que Ancelotti julga que a seleção tem de melhorar é a rapidez dos passes. Isso vai ao encontro da crítica que restou à maior parte dos analistas, de que o jogo brasileiro ainda está muito cadenciado e sem a intensidade de França e Argentina, por exemplo. "Não vamos enfrentar nem França nem Argentina agora", despistou o técnico ao ser questionado sobre a comparação do Brasil com os dois times de atuações mais destacadas nas duas primeiras rodadas. Ou seja, Ancelotti segue a mesma pista de que o time precisa crescer jogo a jogo, especialmente a partir da segunda fase: "Agora é mata-mata e mata-mata é para corações fortes." Além da rapidez dos passes e da intensidade mais alta, não foi planejado dar mais a bola para a Escócia na primeira metade do jogo de Miami. Questionado sobre isso, o assistente Juan afirmou: "Não foi planejado. Foi a dinâmica do jogo." Não que a Escócia tenha empurrado o Brasil para trás, mas à medida em que o primeiro tempo se desenhou desta maneira, o Brasil se deixou empurrar para tentar contra-ataques. "Estou satisfeito, porque estamos cometendo menos erros e evoluindo rápido", repetiu Ancelotti. No entanto, questionado sobre o que diria se desse uma preleção para 210 milhões de brasileiros, o técnico da seleção disse: "Calma." Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.